A arte de inventar. E persistir.

Grandes leitores.

Começo com um clássico o post de hoje!

“O meu cartão
Foi bloqueado
E o meu limite
Tá estourado
Sou simples,
Mas eu te garanto
Eu sei fazer o lê lê lê
Lê lê lê
Lê lê lê”

Vou resumir um pedaço dos meus 28 anos, recortar e colar umas poucas partes divertidas e aleatórias. Eu sempre quero falar sobre algo técnico, mas acabo virando o texto para algo sobre a vida. Eu desisto!

Pois bem, quando eu era pequeno, existiam dois times na turma que fiquei até a quarta série (não sei como se chama hoje, mudaram tudo, não é?), lá em Pelotas, no meu amado Rio Grande do Sul. O time A e o time B. Eu era o craque do time B. Sim, o time B era o time dos mais fracos, digamos assim. Eu me sentia o Pelé, era incrível.

Mais velho, inventava uns sites bem bonitos pra época. Comecei um site chamado Jovem Online.com, um site de festas e cinema, e eu nem bebia naquele época, que pena. Perdi várias! Inclusive, com a participação, por um período que eu não lembro de quanto foi, de um dos diretores da CINCO TI, o nutricionista que mais conhece TI no Brasil: Humberto Puperi. Eu não ganhava nada, mas, sem saber, ensaiava e aprendia sobre empreendedorismo. Na faculdade, criei grupos em jogos como o Armagedon, era lindo! A cada intervalo de 30 minutos eu ganhava “turns”, isto é, eu dormia já pensando em acordar para jogar. E lá eu chamava gente do mundo inteiro, planejava ataques e movimentava tudo. Bons tempos de jogar sem deixar atividades para depois.

A partir daí, o mundo de verdade me convidou para um passeio. Sem falsa modéstia, eu sou apaixonado pelo que foi construído. E me orgulho DEMAIS de tudo.

Tive que aprender a criar. Criar uma empresa, processos, estratégias, metas, ferramentas, conceitos e o alfabeto inteiro. Depois, e a segunda parte mais difícil, tive que aprender a executar. Boas ideias sem execução não servem para quase nada. Por fim e a mais dolorosa: tive que aprender a persistir. Muito.

Eu sou estranho, sou fã do Steve Jobs, mas procuro não comprar produtos da Apple. Eu sei que é meio diferente, mas eu escrevo sobre isso em outra oportunidade. Vale a referência.
“A perseverança separa os empreendedores bem-sucedidos dos malsucedidos. A perseverança resulta da paixão. A menos que você tenha muita paixão, você não vai sobreviver. Vai desistir. Então, tem que ter uma ideia, ou um problema, ou um erro que quer resolver, pelo qual você está apaixonado. Caso contrário, não vai conseguir perseverar. Acredito que corresponde a metade da batalha.” Steve Jobs.

Depois que a gente pega o gosto e joga o medo para o outro lado, ninguém segura. E, como um bom pai da ideia, a gente conhece TUDO sobre ela. Conhece cada detalhe, cada cantinho, cada defeito e cada qualidade.

A futura maior agência de turismo corporativo do Brasil nasceu assim, e não tem nem um ano. A CINCO TI Viagens foi pensada durante um passeio de carro, ouvindo uma música em direção a um restaurante japa. Para quem anda atento, o “click” chega. E dá na testa, não tem como escapar. É aquela coisa, “quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho”. Depois que a pedrinha deu na testa, foi hora de correr atrás daquele cavalinho passando. Então, fui atrás de indicações, chegando em uma agência em um shopping pequeno, com duas sócias que eu jamais havia visto. E eu disse que eu queria comprar a empresa delas. E elas disseram que não queriam vender. Mas eu ainda queria comprar. E eu sabia que daria certo. E elas ainda não queriam vender. Ufa!…. Trocamos figurinhas, começamos uma operação única dentro da CINCO TI, e, depois, perdemos clientes, perdemos uma das sócias, perdemos algumas funcionárias, perdemos muitas vendas.

Mas quem inventa, persiste.

E a CINCO TI Viagens foi renascendo, as raízes foram se encontrando, e aquela certeza que eu tinha quando a pedrinha me acertou, agora aparece na minha frente. E aquele sentimento inigualável de empreender ressurge, alimenta, purifica. E todos os que duvidaram somem, no silêncio mais gratificante do mundo. Hoje eu vejo aquele simples logo em uma praça e eu quase choro. É verdade! É a mais pura alegria de criar. E de persistir. E de cumprir a promessa que eu fiz para a Sheila Rode, diretora desse novo filho: criar uma agência do tamanho dos nossos sonhos.

E, o futebol? Bom, saí do time B, já me achei um baita jogador, piorei, destruí o meu joelho, fiquei mais de 1 ano sem chutar uma bola. E voltei. Voltei pior. Mas voltei melhor. ÃHN? A vida é assim.

É por isso que, quando a meta de 2013 fica em 57% de crescimento e assusta, não assusta quem inventa.

Eu adoro inventar o futuro.
Se ele não chega, eu chego nele.

E se não chegar, a gente cria outra coisa. E persiste.

O Fala, Cinco! é mais uma ação da 5TI com o objetivo de estreitar a relação com os nossos clientes, além de transmitir o nosso espírito empreendedor e experiências de mercado. Seja bem-vindo!

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