A sexta-feira 13 dos smartphones

Hoje é uma sexta-feira 13, e dizem que é um dia de azar. Pode ser superstição, pode ser bobagem, mas, dadas as ocorrências que acontecem frequentemente envolvendo os smartphones, precisamos perguntar: será que todos os dias são uma sexta-feira 13, um dia sem sorte, para esses dispositivos? Algumas evidências.

A maldição da tela virada para baixo

tela pra baixo

Smartphones caem no chão. É algo tão inevitável quanto o fato de que em algum momento você vai ficar brabo com o grupo de WhatsApp da família. Muitas vezes a boa fortuna intervém e, ao longo da queda, o dispositivo se contorce ginasticamente e atinge o solo com uma das suas partes resistentes sem maiores problemas. Entretanto, normalmente a queda é interrompida por alguma força maligna que faz com que o primeiro contato do smartphone com aquela pedra incrivelmente pontuda seja através dela, a parte mais frágil, a tela. E que as assistências técnicas tenham piedade de nossos bolsos.

A fuga descontrolada do carregador

carregador

Você certamente já passou por isso: ao tirar o smartphone do bolso para verificar qualquer coisa (horas, agenda, o meme do momento), aquela barrinha de bateria no canto superior está perto da extinção (para usar um termo com carga dramática adequada). De alguma forma, as circunstâncias conspiraram para que não houvesse nenhum carregador no mesmo fuso horário que você se encontra – e é claro que tudo isso acontece nas raríssimas vezes onde o smartphone é realmente necessário para algo muito importante. É desesperador. É como os náufragos devem se sentir.

Atualizações em momentos críticos

atual

Se por acaso você der sorte e o dispositivo tiver bateria o suficiente na hora de enviar aquele e-mail ou mensagem importantíssimos, eis que surge outro inimigo: as atualizações automáticas de aplicativos. Elas são bestas vorazes que se escondem em wi-fis e, à primeira oportunidade, atacam o smartphone, sugando sua energia vital e impedindo que qualquer outra atividade seja realizada nesse ínterim. A principal vítima, no entanto, não é a máquina, e sim a paciência.

O fone de ouvido enganchado

ouvido

É aquele frequente momento de terror onde o seu cérebro envia uma ordem para o seu corpo se mexer, o seu corpo se mexe, o telefone no bolso se mexe junto, tudo em plena harmonia, mas o fone de ouvido decide enganchar em alguma parte do casaco/da cadeira/da mesa e arranca os fones das suas orelhas com a intensidade de uma ogiva nuclear. E as primeiras palavras que passam pela sua cabeça são “fiquei surdo”.

O sinistro copo de café

cafe

Ou de Coca-Cola. Ou de chá. Ou de cerveja. Ou até de água. O importante é que qualquer recipiente com líquido que fica em cima da mesa é atraído de alguma forma para o smartphone, este também em cima da mesa. E daí qualquer gesto, por mais simples que seja, corre o risco de acertar o recipiente e facilitar a conexão entre o líquido e o telefone – algo que costuma acontecer com tanta frequência que é prudente não deixar copos e celulares no mesmo recinto.

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