Não aguento mais essa história de guerreiros…

Lendo um texto de Caue Fonseca no blog Impedimento antes do inicio da copa, vi que não era apenas eu que tinha o sentimento de que apenas de guerreiros não se faz um exército.

Pegando a história do esporte de mais alto sentimento na população, lembro que nossos times e seleções sempre tiveram a filosofia de jogar para frente e se for o caso perder atacando. (Vide 1982)

Claro, vamos lembrar da seleção de 94 que jogava com três volantes e um meia “enceradeira”, mas que tinha dois gênios no ataque e que quando tinha a bola era normalmente letal.

Mas voltando ao assunto principal, como é complicado entender um grupo recheado de volantes de meia idade, com qualidade duvidosa preterirem jovens talentos ou jogadores consagrados, desinteressados, porém de qualidade indiscutível. Sei que é meio oportunismo falar isso após a copa e o leite derramado, mas a convicção que o Brasil não teria folego para chegar longe não era só minha, mas de grande parte da população canarinho.

“Constrange-me essa nova imagem espartana atribuída à Seleção com a chancela de seus patrocinadores. Escudos, gladiadores e socos no peito, quem diria, me fazem ter saudades dos pandeiros & mulatas.” É Caue, também gostava mais quando o Ronaldinho Gaúcho descia do ônibus tocando um pandeiro e abrindo aquele tradicional sorriso.

O final da história todos sabem, gol de Sneider (de cabeça é dose), Felipe Melo expulso, Dunga socando o banco e se martirizando como se o culpado fosse a pobre cobertura de acrílico e distribuindo patadas para todos os lados (ate o Escobar tomou, logo ele que sabe muito de futebol). É amigos, esperamos que 2014 seja melhor, com menos teimosia, mais criatividade e principalmente SAMBA.


A pergunta que não quer calar é: Mais vale guerreiros comprometidos ou gênios desinteressados?

Isso só o tempo nos dirá e ainda bem que copa tem de 4 em 4 anos.

 

Não aguento mais essa história de guerreiros…

Lendo um texto de Caue Fonseca no blog Impedimento antes do inicio da copa, vi que não era apenas eu que tinha o sentimento de que apenas de guerreiros não se faz um exército.

Pegando a história do esporte de mais alto sentimento na população, lembro que nossos times e seleções sempre tiveram a filosofia de jogar para frente e se for o caso perder atacando. (Vide 1982)

Claro, vamos lembrar da seleção de 94 que jogava com três volantes e um meia “enceradeira”, mas que tinha dois gênios no ataque e que quando tinha a bola era normalmente letal.

Mas voltando ao assunto principal, como é complicado entender um grupo recheado de volantes de meia idade, com qualidade duvidosa preterirem jovens talentos ou jogadores consagrados, desinteressados, porém de qualidade indiscutível. Sei que é meio oportunismo falar isso após a copa e o leite derramado, mas a convicção que o Brasil não teria folego para chegar longe não era só minha, mas de grande parte da população canarinho.

“Constrange-me essa nova imagem espartana atribuída à Seleção com a chancela de seus patrocinadores. Escudos, gladiadores e socos no peito, quem diria, me fazem ter saudades dos pandeiros & mulatas.” É Caue, também gostava mais quando o Ronaldinho Gaúcho descia do ônibus tocando um pandeiro e abrindo aquele tradicional sorriso.

O final da história todos sabem, gol de Sneider (de cabeça é dose), Felipe Melo expulso, Dunga socando o banco e se martirizando como se o culpado fosse a pobre cobertura de acrílico e distribuindo patadas para todos os lados (ate o Escobar tomou, logo ele que sabe muito de futebol). É amigos, esperamos que 2014 seja melhor, com menos teimosia, mais criatividade e principalmente SAMBA.

A pergunta que não quer calar é: Mais vale guerreiros comprometidos ou gênios desinteressados?

Isso só o tempo nos dirá e ainda bem que copa tem de 4 em 4 anos.

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