Nostalgia tecnológica?

Muitos filósofos e pensadores dizem que as coisas são cíclicas, vêm e vão, vão e voltam (técnicos de futebol são um bom exemplo dessa linha de raciocínio). Só a tecnologia parecia imune a isso – afinal, conforme o tempo vai passando, novas tecnologias são descobertas e desenvolvidas, entrando em campo com tudo e mandando as outras pro chuveiro.

Entretanto, as últimas notícias e tendências mostram que subestimamos a paixão humana pela nostalgia. Por exemplo, com o advento dos celulares e depois smartphones, que mostravam as horas (além, claro, de fazer toda sorte de coisas incríveis, como tirar fotos, gravar vídeos e disponibilizar joguinhos viciantes), muito se discutiu sobre a função dos relógios de pulso – e, de fato, a geração mais nova parecia ter crescido sem eles. Da mesma forma, os iPods e mp3 players da vida (e até mesmo smartphones, pra ver como eles são onipresentes e onipotentes) pareciam ter soterrado de vez os CDs (que, por sua vez, venceram os vinis), trazendo para a música uma mobilidade, praticidade e quantidade jamais antes alcançadas. Tal qual aconteceu com muitos outros objetos, relógios e música em mídia física pertenciam a uma geração anterior.

Ou assim imaginávamos. Bastou surgirem os rumores de um tal de “iWatch” que a corrida pelo pote de ouro começou novamente, dessa vez buscando desenvolver e inovar em cima de um dos aparelhos mais tradicionais e representativos das décadas passadas: o relógio. Os tais “smartwatches” deixaram de ser rumores e começaram a estrelar a parte de notícias de tecnologia, até o momento em que a Samsung finalmente deu a cara a tapa e lançou o Gear Galaxy, um relógio inteligente que exibe e-mail, SMS e redes sociais, além de ter um microfone embutido para todos voltarem à infância e falarem no relógio fingindo que é um comunicador (enquanto isso, a Apple já solicitou a patente da marca “iWatch”. A corrida ainda vai crescer).

Do outro lado, os antigos discos de vinil estão deixando de ser parte de um nicho para ganhar mais espaço no mercado: uma rápida busca por lojas online mostra que toca-discos viraram acessórios de luxo, com muitos equipamentos custando mais de R$ 1.000,00 (todos modernizados, claro, com entradas para pen drive, cartões de memória, rodando mp3, etc). Outrora esquecidos, os vinis agora trilham seu caminho de volta para o primeiro escalão dos equipamentos eletrônicos. Assim como os relógios, ganharam atualizações, estão de acordo com o século XXI e, sem perder o charme, vão ganhando destaque pela segunda vez. Adaptados, é claro, mas nem por isso menos clássicos.

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